Abordar as emoções em sua relação com o conexto sócio-histórico em que se inserem é uma tarefa difícil e arriscada. Neste texto a autora, a partir das contribuições de Espinosa, Vogotski e Hanna Arendt, se propõe a essa mesma tarefa, à medida em que apresenta as situações sociais com as quais convivemos em nosso cotidiano como catalisadoras de emoções, que só podem ser compreendidas em sua posição relacional na rede de multideterminações dos processos psicossociais. A partir das reflexões propostas, evidencia o papel do psicólogo como cientista e profissional capaz de atuar ativamente para a transformação social.
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