Este artigo trata de pesquisas realizadas desde 1999 no âmbito da formação de professores em trabalho colaborativo numa perspectiva inter e transdisciplinar com ênfase em posturas criativas e resilientes por meio do conceito prático-teórico: Espaço de Criação, especialmente nos trabalhos de pesquisa, ensino e extensão do Grupo Acolhendo Alunos em Situação de Exclusão Social e Escolar. Trataremos das condições atuais de trabalho dos professores dos anos iniciais da escolarização com a finalidade de identificação dos principais fatores estressores na profissão docente nos dias atuais. Discutiremos também, criatividade e resiliência para que, finalmente, numa perspectiva inter e transdisciplinar, consideremos acerca da formação de professores ressaltando a possibilidade do aprendizado de atitudes resilientes e criativas nos espaços de criação. (Resumo do próprio artigo)
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"A maior fonte de energia é a vontade de vencer as próprias limitações." Charles Chaplin
11 de fevereiro de 2011
Resiliência e Educação (Melillo, 2005)
Neste texto o autor aoresenta diversas experiências em contexto de escolas públicas, na América Latina, durante as quais o processo de resiliência foi desenvolvido junto à comunidade escolar como um todo.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Institucional e Processos Grupais,
Resiliência e Educação
Por uma ecologia da aprendizagem humana – o amor como princípio epistemológico em Humberto Maturana (Barcelos, 2006)
Este texto é a síntese de alguns anos de estudos e pesquisas onde as idéias do pensador chileno Humberto Romesín Maturana são tomadas como uma referência importante para o entendimento do processo educativo. A ênfase é buscar contribuir para a construção de um processo de aprendizagem humana, que tenha como ponto de partida alguns valores como: solidariedade, cooperação, acolhimento e reconhecimento do outro. Neste texto, discuto a idéia de Maturana do amor como o princípio epistemológico para a construção de uma aprendizagem que privilegie a cooperação entre os seres humanos e não a competição. Esta idéia está ancorada na tese de que nos construímos humanos não pela competição e sim pela cooperação. (Resumo do próprio artigo)
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Uma concepção latino-americana: a resiliência comunitária (Ojeda, 2005)
Neste texto o autor apresenta algumas reflexões para pensar a resiliência como um processo também coletivo, capaz de ser promovido em grupos, comunidades e instituições. Ao desenvolver essas reflexões defende o uso desse conceito a partir de um enfoque libertador, construído a partir das bases históricas e culturais características da América Latina.
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Revelando o sentido e o significado da resiliência na preparação de professores (Castro, 2001)
A acelerada mudança no contexto social vem alterando significativamente o modo de vida e a convivência humana, caracterizando-se pelas condições de incerteza e provisoriedade. Nesse contexto em que exercemos o ensino a cada dia surgem novas exigências.
Imersa num mundo tão imprevisível, complexo, dinâmico, em constante fluxo de energia, em processo de mudança, o sistema educacional ainda não dispõe de uma capacidade de reação para atender a tantas demandas, especialmente as sociais. Geralmente, o atendimento a uma exigência reivindicada pela sociedade é feito com certa lentidão. Logo novas descobertas e conhecimentos se instalam, criando outras necessidades.
(...)
A solução dos problemas sociais não se dá de forma linear e instantânea. Os imprevistos e as mudanças provocam reações de desequilíbrio que exigem novas adaptações. E quanto maior o desafio, maior a necessidade de desenvolver e potencializar certas habilidades, especialmente grande flexibilidade e capacidade de adaptaççao, inovação e criação diante das dificuldade e do desconhecido. Isso requer um notável esforço com efeitos previsíveis a médio prazo.
(Trechos do próprio texto)
Neste texto a autora trata das vivências de professoras que precisaram buscar alternativas para a realização efetiva da prática docente, promovendo resiliência ao mesmo tempo em que desenvolveram elas próprias o processo.
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Imersa num mundo tão imprevisível, complexo, dinâmico, em constante fluxo de energia, em processo de mudança, o sistema educacional ainda não dispõe de uma capacidade de reação para atender a tantas demandas, especialmente as sociais. Geralmente, o atendimento a uma exigência reivindicada pela sociedade é feito com certa lentidão. Logo novas descobertas e conhecimentos se instalam, criando outras necessidades.
(...)
A solução dos problemas sociais não se dá de forma linear e instantânea. Os imprevistos e as mudanças provocam reações de desequilíbrio que exigem novas adaptações. E quanto maior o desafio, maior a necessidade de desenvolver e potencializar certas habilidades, especialmente grande flexibilidade e capacidade de adaptaççao, inovação e criação diante das dificuldade e do desconhecido. Isso requer um notável esforço com efeitos previsíveis a médio prazo.
(Trechos do próprio texto)
Neste texto a autora trata das vivências de professoras que precisaram buscar alternativas para a realização efetiva da prática docente, promovendo resiliência ao mesmo tempo em que desenvolveram elas próprias o processo.
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As raízes genéticas do pensamento e da linguagem (Vigotsky, 1984)
Partindo dos pressupostos materialista-dialéticos, o autor propõe as bases teóricas para uma abordagem do desenvolvimento humano que possa superar a dicotomia entre natureza e ambiente. Assim, apresenta o desenvolvimento humano como processo de se movimenta espiralmente e que pode ser resumido em quatro principais momentos. Estes, em sua descrição, se parecem muito com aqueles descritos por Piaget, mas com a diferença que não estão fixamente condicionados pelos processos maturacionais.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia e Educação,
Resiliência e Educação
Introdução [ao livro Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas] (Grothberg, 2005) & A Resiliência como processo (Infante, 2005)
Ambos os textos foram publicados no livro acima mencionado. No primeiro texto, Grothberg (2005) apresenta o conceito e discute algumas das principais descoberta nas últimas décadas. Entendida como o processo de enfrentar e superar adversidades, de forma a crescer com a situação, a resiliência vem sendo estudada em diferentes enfoques mas algumas descobertas já permitem uma compreensão mais clara e precisa sonre as variáveis envolvidas. Sintetizar essas pesquisas, de forma a garantirn essa compreensão é o principal objetivo do texto escrito por Infante (2005).
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Institucional e Processos Grupais,
Resiliência e Educação
10 de fevereiro de 2011
A Família e a escola como contextos de desenvolvimento humano (Dessen e Polônia, 2007)
Escola e família constituem dois contextos de desenvolvimento fundamentais para a trajetória de vida das pessoas. Neste artigo, são destacadas as contribuições destes contextos para a promoção do desenvolvimento humano, enfatizando suas implicações nos processos evolutivos. Questões sobre configurações, vínculos familiares e a importância da rede social de apoio para o desenvolvimento da família são discutidas. Focalizam-se as funções da escola, considerando sua influência nas pessoas em desenvolvimento. Apontam-se algumas considerações sobre a necessidade de compreender as inter-relações entre escola e família, visando facilitar a aprendizagem e desenvolvimento humano. A integração entre esses dois contextos é destacada como desafio para a prática profissional e pesquisa empírica.
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7 de fevereiro de 2011
A instituição como via de acesso à comunidade (Nasciuti, 2003)
Ao apresentar as ideias centrais da Psicossociologia e da Psicologia Institucional, a autora defende as instituições, especialmente aquelas que compõem a rede de serviços em Psicologia, como o locus priviliegiado de acesso à comunidade, especialmente no planejamento e intervenção psicossocial. Para tanto, reapresenta e discute o conceito de instituição e apresenta a pesquisa participante como uma das formas de intervir sobre a instituição para atingir os objetivos propostos junto à comunidade. No texto, fica evidente a importânci do compromisso ético-político do profissional de psicologia com a transformação da realidade social, a fim de construir uma sociedade realmente mais democrática e menos injusta.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Institucional e Processos Grupais,
Psicologia Social II
A pesquisa em psicologia sócio-histórica: contribuições para o debate metodológico (Aguiar, 2001)
Neste texto a autora apresenta alguns dos pressupostos básicos da pesquisa em psicologia sócio-histórica, mais especificamente a pesquisa participante. Ao abordar as questões centrais na investigação científica sobre os processos psicossociais, a autora ainda discute a noção de mundo, de homem, de ciência, de sujeito e que sustenta as escolhas metodológicas dos pesquisadores em Psicologia.
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O movimento de retorno ao sujeito e a abordagem das representações sociais (Jodelet, 2009)
O artigo constata, nas ciências sociais, um retorno à noção de sujeito capaz de inspirar uma nova abordagem da subjetividade no campo de estudo das representações sociais. Após um exame dos momentos que significaram a morte e a ressurreição da noção de sujeito, são abordados os principais temas que caracterizaram a sua reintegração na História, na Sociologia e na Antropologia. Esses temas permitem descartar o risco de uma visão solipsista no exame da parte subjetiva das representações sociais. Para esse fim, um esquema tripartite é proposto, relacionando a gênese e as funções das epresentações sociais a três esferas (subjetiva, intersubjetiva e transubjetiva) e ilustrado por uma análise dos debates relativos ao célebre episódio das caricaturas de Maomé. As reflexões finais propõem que o estudo das representações sociais se oriente para as relações entre pensamento e mudança social.
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O sofrimento ético-político como categoria de análise da dialética exclusão-inclusão (Sawaia, 2008)
Abordar as emoções em sua relação com o conexto sócio-histórico em que se inserem é uma tarefa difícil e arriscada. Neste texto a autora, a partir das contribuições de Espinosa, Vogotski e Hanna Arendt, se propõe a essa mesma tarefa, à medida em que apresenta as situações sociais com as quais convivemos em nosso cotidiano como catalisadoras de emoções, que só podem ser compreendidas em sua posição relacional na rede de multideterminações dos processos psicossociais. A partir das reflexões propostas, evidencia o papel do psicólogo como cientista e profissional capaz de atuar ativamente para a transformação social.
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"A história via família e escola" e "Trabalho e Classe Social" (Lane, 2006)
Família, Escola e Trabalho: três das principais e fundamentais instituições que compõem a sociedade moderna. Nestes textos de linguagem simples, clara e ilustrativa, a autora demonstra os processos de perpetuação da ideologia dominante por meio das relações sociais estabelecidas nestes contextos institucionalizados. A partir da leitura destes textos também fica mais claro o processo dialético de formação/constituição das instituições, a partir da organização coletiva que surge para atender uma necessidade social.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Institucional e Processos Grupais,
Psicologia Social II
O Processo Grupal (Lane, 1985)
Partindo do conceito tradicional de grupo, em uma reflexão dialética, a autora apresenta as contribuições de alguns autores para a uma compreensão contextualizada sócio-historicamente do processo grupal. Também apresenta, a partir do relato de algumas experiências, a dinâmica do processo grupal na constituição do homem enquanto sujeito, bem como a sua formação a partir de um agrupamento ou série.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Institucional e Processos Grupais,
Psicologia Social II,
Resiliência e Educação
Categorias Centrais de Análise da Psicologia Sócio-histórica (Autores Diversos, 1985)
Textos componentes do livro: LANE, S. T. M.; CODO, W. (Orgs). Psicologia Social: o homem em movimento. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Em cada texto, seu respectivo autor explora um conceito construído a partir dos pressupostos da Psicologia Sócio-histórica, que é entendido nesta abordagem como categorias centrais de análise e processos que devem ser os objetos centrais dos estudos em Psicologia Social: Linguagem, ideologia, atividade, consciência e identidade/subjetividade. A partir das considerações teórico-metodológicas feitas por esses autores é possível identificar como esses processos estão interligados na constituição o sujeito e das relações sociais.
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Em cada texto, seu respectivo autor explora um conceito construído a partir dos pressupostos da Psicologia Sócio-histórica, que é entendido nesta abordagem como categorias centrais de análise e processos que devem ser os objetos centrais dos estudos em Psicologia Social: Linguagem, ideologia, atividade, consciência e identidade/subjetividade. A partir das considerações teórico-metodológicas feitas por esses autores é possível identificar como esses processos estão interligados na constituição o sujeito e das relações sociais.
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A história das coisas (Anny Leonard)
Este vídeo de pouco mais de 20min., mostra de uma forma muito clara e divertida o funcionamento do Sistema de Produção Capitalista, bem como o seu crescente esgotamento. A partir de sua explanação é possível também examinar essas relações a partir dos princípios gerais do Pensamento Complexo (ou Sistêmico).
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A psicologia como ciência do sujeito e da subjetividade: a historicidade como noção básica (Gonçalves, 2007)
Neste texto a autora apresenta o conceito de subjetividade a partir de uma perspectiva histórico-dialética, entendendo esse conjunto de particularidades do sujeito como uma construção social, cultural e histórica. Para desenvolver essa ideia, discute o nascimento da Psicologia como ciência, evidenciando as necessidades sociais (especialmente da classe burguesa) em explicar um fenômeno próprio da modernidade: o indivíduo.
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A Psicologia Sócio-histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia (Ana Mercês Bahia Bock)
Ao resgatar as origens históricas e epistemológicas da própria Psicologia enquanto ciência, a autora demonstra a insuficiência da ciência positivista para compreender a totalidade e complexidade da subjetividade humana. Apresenta, então, a Psicologia Sócio-histórica, fundamentada no materialismo histórico-dialético de Carl Marx, como uma alternativa que possa superar o positivismo, o inidvidualismo e a neutralidade ingênua que têm marcado a Psicologia.
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Psicologia social e uma nova concepção de homem para a Psicologia (Lane, 1985)
A partir dos pressupostos epistemológicos do materialismo histórico-dialético, proposto por Karl Marx e sintetizado por L. S. Vigostski para compor uma nova proposta de Psicologia, a autora apresenta a Psicologia social Materialista dialética (ou como hoje é conhecida "Psicologia Sócio-histórica) como um conjunto de conceitos e idéias ainda em construção, mas com elementos suficientes para superar as dicotomias mecanicistas, idealistas e/ou positivistas que tem marcado a História da Psicologia.
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Disciplinas e Assuntos:
Psicologia Sócio-histórica
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