Ao apresentar as ideias centrais da Psicossociologia e da Psicologia Institucional, a autora defende as instituições, especialmente aquelas que compõem a rede de serviços em Psicologia, como o locus priviliegiado de acesso à comunidade, especialmente no planejamento e intervenção psicossocial. Para tanto, reapresenta e discute o conceito de instituição e apresenta a pesquisa participante como uma das formas de intervir sobre a instituição para atingir os objetivos propostos junto à comunidade. No texto, fica evidente a importânci do compromisso ético-político do profissional de psicologia com a transformação da realidade social, a fim de construir uma sociedade realmente mais democrática e menos injusta.
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