Este artigo tem como objetivo apresentar a análise de prontuários de crianças e adolescentes encaminhados aos serviços psicológicos por apresentarem dificuldades no processo de escolarização. Constata-se que a psicanálise é o referencial hegemônico dos psicodiagnósticos; as questões escolares pouco comparecem nos roteirosde entrevistas psicológicas; os testes são os instrumentos principais de avaliação psicológica e os encaminhamentos desconsideram ações no campo educacional. Tais dados indicam a necessidade de repensar as práticas psicológicas frente aos encaminhamentos por problemas escolares.
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