A psicologia, como campo de conhecimento científico, tem contribuído para a supervalorização da racionalidade adulta, construindo assim uma relação com a infância que a caracteriza como período de turbulência e desequilíbrio, além de diminuir sua importância frente ao mundo adulto. Com essa texto, a autora propõe que estes conceitos sejam desconstruídos e que novos possam ser pensados a partir da liguagem lúdica própria da criança. A força transformadora da relação que a criança constrói com o mundo por meio da brincadeira pode ser inspiradora para a transformação efetiva das relações sociais.
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